segunda-feira, 30 de junho de 2014

Brooklyn Nine-Nine ou como quis voltar a ser polícia já em adulto!

Posso afirmar que quase todas as crianças desejaram, a certa altura, ser polícias. Talvez seja pela forma simplista como vêm o mundo e no qual os polícias são (quase) sempre associados a uma ideia de bem, segurança e justiça, e por isso é que quando chega a altura de brincar aos polícias e ladrões, há uma maior probabilidade de, ao contrário do que acontece na vida real, os polícias serem em maior número do que os seus rivais.

E se há muito tempo que eu próprio tinha perdido o encanto com a vida de polícia, a verdade é que recentemente dei por mim a pensar novamente "Ohh, queria tanto poder ser um!" E deveu-se tudo a uma série que, apesar estar a ser um sucesso nos Estados Unidos da América, está a passar ao lado de muitos em Portugal - Brooklyn Nine-Nine. Esta série cómica norte-americana escrita por Dan Goor e Michael Schur, com produção da Fox, conta com um elenco de luxo e uma escrita eficaz que a tornaram já, em 2014, merecedora de um Globo de Ouro para melhor série de comédia (deixando para trás outras bem mais célebres como Modern Family e The Big Bang Theory).

Parte do sucesso deve-se, como já deixámos antever, ao elenco composto por caras conhecidas (umas mais que outras), onde o destaque vai para Andy Samberg que interpreta a personagem principal da série - Jake Peralta. Andy Samberg, conhecido comediante, actor e músico, interpreta na perfeição o papel de um detective competente mas com dificuldades em assumir uma postura madura e profissional. E se no passado o seu comportamento desleixado era tolerado por um superior que parecia pouco importar-se com o que se passava na sua esquadra, a chegada de um novo superior - interpretado pelo actor Andre Braugher - vem trazer para a esquadra de Brooklyn um novo modo de estar.

Além de Peralta e do Cap. Ray Holt (Andre Braugher), temos ainda uma equipa que alterna entre o modo super-eficaz e família disfuncional. Temos a detective que faz tudo de acordo com as regras, a detective durona, o detective que fica sempre para segundo plano, um ou outro detective que mais não são do que um "comic relief", numa série que já é, por si, uma comédia. De realçar ainda a presença de Terry Crews, actor que muitos conhecerão por ter participado nos dois filmes de acção "Os Mercenários".

É esta equipa que ao longo de episódios de aproximadamente 20 minutos vai resolvendo os mais diversos casos, fazendo desta série um curioso, mas muito eficaz, caso de mistura entre série policial e comédia. Os episódios, salvo raras excepções, são bastante autónomos entre si, embora haja uma história que se vai desenvolvendo ao longo da temporada que foi até ao momento lançada. E por haver até ao momento apenas uma temporada, quem achar que esta poderá ser uma série capaz de lhe encher as medidas, vai ainda muito a tempo de começar a ver Brooklyn Nine-Nine!

E se a nossa review não vos convence, experimentem ver o trailer que deixamos aqui em baixo:


Leva, sem dúvida, o selo de recomendação do "UNIÃO DE FACTOS!"

Ass. MRC

sexta-feira, 27 de junho de 2014

União de Factos está no MED

O União de Factos está presente na 11º edição do Festival MED. Este festival, que ocorre anualmente na cidade de Loulé, tem-se afirmado como um ponto de encontro de amantes da música do mundo, oferecendo quatro noites - má escolha de palavras, só uma noite é que é oferecida, o resto é a pagar - de muita animação e música, entre outras componentes que tornaram o MED num ponto de passagem obrigatório para festivaleiros. Este ano, o festival começou no dia 25 de Junho com a noite de "Open Med", permitindo mesmo a quem não anda bem de finanças (ou é simplesmente forreta) experimentar um pouco daquilo que é o Festival MED. Seguem-se agora três noites com muita música espalhada por entre seis diferentes palcos. 

Fica aqui o comunicado de imprensa que ajuda a perceber melhor a história e objectivos deste festival:
"Incluído no roteiro dos maiores festivais de “Word Music” da Europa, o Festival MED tem lugar no Centro Histórico de Loulé. Para além de um alinhamento musical que traz a Portugal os melhores nomes das músicas do mundo, este festival passa também pela mostra gastronómica, pelas artes plásticas, animação de rua, artesanato, dança, workshops, e muito mais, com um claro objetivo de divulgar as várias culturas do mundo.
O MED surgiu em 2004, no âmbito do programa de “Loulé, Cidade Anfitriã” do Euro 2004, numa tentativa de concretizar um festival de “música diferente e único”, que potenciasse a promoção do Concelho e permitisse qualificar e diversificar a oferta turística, bem como revitalizar a zona histórica da cidade.
Em 2014, o Festival MED assinala o seu 11º aniversário e, nesta edição, continuará a desenvolver uma ideia inovadora e diferenciadora e afirmar-se-á como um evento de qualidade e de referência, resultando numa aposta ganha, pelos níveis de adesão, notoriedade e popularidade internacional entretanto alcançados. Tem já uma identidade própria e integra uma imagem de marca, que lhe confere destaque nos roteiros dos festivais de verão realizados na Europa."

E para os que não se podem deslocar a Loulé para estar presente no Festival, o União de Factos está presente e irá, em breve, deixar a sua opinião sobre o MED 2014! Além de comentários sobre as dezenas de bandas que passam pelos 6 palcos do Festival, contem ainda com algumas fotografias tiradas pelo nosso fotógrafo de serviço - eu próprio!

Fiquem atentos!

Ass. Cunha